399 sifilíticos afro-americanos pobres e analfabetos, e mais 201 indivíduos saudáveis para comparação, foram usados como cobaias na observação da progressão natural da sífilis sem medicamentos.
As pobres pessoas que foram chamadas para fazer o exame não foram informados do seu diagnóstico e nem deram consentimento informado, tendo-lhes sido dito que tinham "mau sangue" e que se participassem receberiam tratamento médico gratuito, transporte para a clínica, refeições e a cobertura das despesas de funeral.
No total, 125 mortos, 19 crianças nasceram com a doença e 40 mulheres infectadas.
No final de tudo, apenas 74 dos pacientes da que participavam da experiência estavam vivos; 25 tinham morrido directamente de sífilis; 100 morreram de complicações relacionadas com a doença; 40 das esposas dos pacientes tinham sido infectadas; e 19 das suas crianças tinham nascido com sífilis congênita.No final, Peter Buxtun foi o denunciante do experimento, porém não existem notícias dizendo se os médicos foram presos...
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